Durante décadas, a Electronic Arts, mais conhecida como EA, construiu um dos maiores catálogos da indústria dos videogames. A empresa foi responsável por publicar títulos que marcaram gerações e ajudou a transformar franquias em fenômenos mundiais. Ao mesmo tempo, também passou a ser alvo de críticas por decisões comerciais, fechamento de estúdios e abandono de séries que ainda possuíam enorme potencial.
Independentemente de qualquer mudança de comando que possa acontecer no futuro, muitos jogadores acreditam que a EA precisa iniciar uma nova fase. Uma empresa que volte a priorizar criatividade, qualidade e o respeito às suas propriedades intelectuais pode recuperar parte da confiança perdida ao longo dos anos.
Mais do que lançar novos jogos, existe um enorme desejo da comunidade: ver franquias esquecidas retornando aos consoles e ao PC.
Uma empresa gigante que mudou a indústria
A Electronic Arts ajudou a popularizar diversas séries que fizeram história. Franquias esportivas como EA Sports FC, Madden NFL e NHL continuam extremamente populares. Além disso, a empresa publicou grandes sucessos de ação, corrida, RPG e tiro.
Ao longo do tempo, porém, muitos estúdios foram encerrados e diversas franquias simplesmente desapareceram do mercado.
Essa situação sempre gerou uma pergunta entre os jogadores: por que abandonar jogos que ainda possuem tantos fãs?
Hoje, a nostalgia nunca esteve tão forte. Remakes, remasters e continuações de franquias antigas têm conquistado milhões de jogadores, mostrando que ainda existe espaço para propriedades intelectuais clássicas.
A importância de ouvir a comunidade
Nos últimos anos, a indústria mostrou que ouvir os fãs pode gerar excelentes resultados.
Franquias consideradas esquecidas voltaram a fazer sucesso graças ao carinho do público. Jogos antigos ganharam gráficos modernos, melhorias na jogabilidade e novos conteúdos, conquistando tanto veteranos quanto novos jogadores.
A EA possui um catálogo enorme capaz de repetir esse sucesso.
Não seria necessário reinventar tudo. Muitas dessas franquias já possuem identidade própria e apenas precisam de um novo capítulo desenvolvido com cuidado.
Dante’s Inferno merece uma segunda chance
Entre todas as franquias esquecidas da EA, poucas são tão lembradas quanto Dante’s Inferno.
Lançado em 2010, o jogo conquistou uma enorme base de fãs graças ao combate intenso, à atmosfera sombria e à adaptação livre da clássica obra “A Divina Comédia”.
Na época, muitos compararam o jogo com God of War.
Embora God of War tenha se tornado uma das maiores franquias da história dos videogames, Dante’s Inferno conseguiu algo impressionante: mais de quinze anos depois, continua sendo citado como um dos melhores hack and slash daquela geração.
Isso demonstra que o jogo marcou os jogadores.
Sua direção artística continua impressionando.
Os nove círculos do Inferno apresentavam cenários únicos, criaturas grotescas e uma ambientação que dificilmente era encontrada em outros jogos da época.
Mesmo hoje, muitos fãs defendem que um remake ou uma sequência teria enorme potencial.
Burnout ainda faz falta
Outra franquia constantemente lembrada é Burnout.
Enquanto diversos jogos de corrida apostaram no realismo, Burnout ficou famoso justamente pelo contrário.
Velocidade absurda, colisões cinematográficas e perseguições eletrizantes fizeram da série uma referência.
Hoje existe espaço para um novo Burnout.
O mercado possui poucos jogos arcade de grande orçamento, o que poderia favorecer o retorno da franquia.
Black merece voltar
Quando Black foi lançado, impressionou jogadores pelo nível de destruição, efeitos sonoros e sensação de impacto das armas.
Mesmo sendo um único jogo, tornou-se um clássico.
Um novo Black utilizando tecnologias atuais poderia entregar batalhas ainda mais espetaculares e mostrar que ainda existe espaço para shooters focados na campanha.
Army of Two continua querido
Army of Two apostava em algo simples, mas extremamente divertido: cooperação.
A campanha era pensada para dois jogadores, incentivando trabalho em equipe do começo ao fim.
Em uma época onde jogos cooperativos voltaram a crescer, um novo Army of Two teria boas chances de conquistar antigos e novos fãs.
Mercenaries e o caos dos mundos abertos
Mercenaries era praticamente um enorme playground de destruição.
O jogador podia utilizar veículos militares, explosivos e ataques aéreos para cumprir objetivos da maneira que preferisse.
Hoje, utilizando motores gráficos modernos, um novo Mercenaries poderia oferecer um nível de liberdade ainda maior.
Mirror’s Edge nunca perdeu seu charme
Mirror’s Edge apresentou algo diferente.
Seu parkour em primeira pessoa influenciou diversos jogos lançados posteriormente.
Mesmo sem receber novos capítulos por muitos anos, continua sendo lembrado por seu estilo artístico minimalista e sua jogabilidade única.
Um terceiro jogo poderia explorar novas mecânicas e aproveitar o potencial das tecnologias atuais.
O exemplo de Dante’s Inferno
Existe um detalhe curioso sobre Dante’s Inferno.
Mesmo tendo apenas um jogo lançado há mais de uma década, ele continua aparecendo em debates sobre grandes hack and slash.
Poucas franquias conseguem permanecer vivas na memória dos jogadores durante tanto tempo.
Isso mostra que qualidade pode superar quantidade.
Muitos títulos recebem diversas continuações e acabam sendo esquecidos.
Dante’s Inferno fez justamente o contrário.
Com apenas um jogo, criou uma comunidade extremamente apaixonada.
Uma oportunidade para recuperar a confiança
A EA ainda possui alguns dos maiores estúdios da indústria.
Se decidir investir em projetos criativos e respeitar o tempo necessário para o desenvolvimento, poderá melhorar sua imagem junto aos jogadores.
Os fãs não esperam apenas gráficos melhores.
Eles querem jogos completos, campanhas marcantes, mecânicas divertidas e menos lançamentos apressados.
Esse talvez seja o maior desafio da empresa para os próximos anos.
O futuro pode ser promissor
A nostalgia mostrou que não é apenas uma moda passageira.
Jogadores gostam de revisitar universos clássicos quando eles recebem o tratamento adequado.
Resident Evil, Dead Space e diversas outras franquias provaram isso.
A EA possui material suficiente para fazer o mesmo.
O retorno de Dante’s Inferno, Burnout, Black, Army of Two, Mercenaries ou Mirror’s Edge certamente chamaria a atenção da comunidade.
Mais importante do que criar dezenas de novas propriedades intelectuais talvez seja reconhecer o valor daquelas que já conquistaram milhões de fãs.
No fim das contas, a Electronic Arts continua sendo uma das empresas mais importantes da história dos videogames.
Ela ajudou a criar memórias inesquecíveis para milhões de jogadores ao redor do mundo.
Agora, o desejo da comunidade é simples: que a empresa olhe para o próprio passado, valorize suas franquias clássicas e mostre que ainda é capaz de surpreender.
Se isso acontecer, não será apenas a EA que sairá ganhando.
Quem realmente vencerá serão os jogadores, que poderão voltar a explorar mundos inesquecíveis, reviver personagens marcantes e descobrir que algumas franquias nunca deveriam ter sido deixadas para trás.
ZODD Recomenda:
Se existe uma empresa com um catálogo capaz de surpreender uma nova geração de jogadores, essa empresa é a Electronic Arts. Ao longo de sua história, a EA publicou diversas franquias que marcaram época, mas que infelizmente acabaram sendo deixadas de lado. Felizmente, muitas delas ainda são lembradas com carinho pela comunidade e merecem uma nova oportunidade.
Entre os maiores destaques está Dante’s Inferno, um hack and slash inspirado na clássica obra A Divina Comédia. Mesmo lançado em 2010, o jogo continua sendo lembrado por sua ambientação sombria, direção de arte impressionante e combate intenso. Um remake ou uma sequência certamente despertaria enorme interesse.
Outra franquia que faz muita falta é Burnout. Sua jogabilidade arcade, repleta de velocidade, colisões espetaculares e perseguições eletrizantes, ainda é considerada uma das melhores do gênero. Com a tecnologia atual, um novo capítulo poderia elevar essa fórmula a um novo patamar.
Também vale lembrar de Black, um dos jogos de tiro mais impressionantes de sua geração. O impacto das armas, a destruição dos cenários e a qualidade sonora continuam sendo referências até hoje. Um sucessor moderno teria grande potencial.
Os fãs também sonham com o retorno de Army of Two, cuja campanha cooperativa proporcionava horas de diversão, e de Mercenaries, conhecido pela liberdade de ação, destruição em larga escala e missões em mundo aberto.
Por fim, Mirror’s Edge merece ser redescoberto. Seu parkour em primeira pessoa e seu visual minimalista influenciaram diversos jogos modernos, mostrando que a franquia ainda possui espaço no mercado.
Resgatar essas séries não seria apenas um exercício de nostalgia. Seria uma oportunidade para a EA mostrar que valoriza seu legado e que ainda é capaz de entregar experiências memoráveis. Com investimentos adequados e respeito às características que tornaram esses jogos especiais, essas franquias poderiam conquistar tanto os fãs antigos quanto uma nova geração de jogadores.
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vale muito apena jogar cada um desses games que estão acima todos são obras primas assassinadas pela bosta da eletronic arts como sempre presando o dinheiro visando só os números mas com esse mudança espero que agora tomem vergonha na cara e façam algo que preste e parar de pensar só grana e também pensar no cliente que a sua maior fonte né porr@ em fim isso pode ser uma boa ótima ou uma noticia pior ainda um né!
40 links de sites com conteúdo adicional sobreo assunto:
- Electronic Arts Newsroom
- Electronic Arts Games
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