Seu PC roda Crysis? A época em que um PC Gamer de verdade fazia toda a diferença

Houve uma época em que ser um jogador de PC era muito mais do que simplesmente comprar um computador potente. Era um verdadeiro estilo de vida. Antes das lojas digitais dominarem o mercado, antes dos SSDs ultrarrápidos, do Ray Tracing, do DLSS e das placas de vídeo capazes de rodar praticamente qualquer jogo em resolução 4K, existia uma geração de apaixonados por hardware que sonhava em montar a máquina perfeita.

Naqueles anos, possuir um computador realmente poderoso era motivo de orgulho. Cada componente era cuidadosamente escolhido, cada megahertz fazia diferença, cada nova placa de vídeo era assunto de intermináveis debates em fóruns especializados. E, para quem não tinha condições de acompanhar a evolução do hardware, sobrava um apelido que se tornou lendário: PC Batata.

Hoje esse termo é usado de forma descontraída nas redes sociais, mas naquela época ele representava uma realidade bem diferente. Bastava surgir um grande lançamento para que milhares de jogadores descobrissem, da pior maneira possível, que seu computador simplesmente não era capaz de acompanhar a evolução dos gráficos.

Foi justamente dessa época que nasceu uma das frases mais famosas da história dos videogames:

“Mas… seu PC roda Crysis?”

Ela atravessou gerações e continua sendo lembrada até hoje como um símbolo da época em que um único jogo era capaz de colocar até os computadores mais caros do mundo de joelhos.

Quando montar um PC era quase uma missão

Nos anos 90 e principalmente durante a primeira década dos anos 2000, montar um computador gamer era um verdadeiro ritual.

Não existiam centenas de vídeos no YouTube ensinando como instalar um processador ou encaixar uma placa de vídeo. Grande parte do conhecimento vinha de revistas especializadas, amigos mais experientes ou dos inúmeros fóruns espalhados pela internet.

Sites como Clube do Hardware, Adrenaline, Tom’s Hardware, AnandTech, HardOCP e tantos outros eram praticamente leitura obrigatória para qualquer entusiasta.

Ali surgiam comparativos de desempenho, testes de placas de vídeo, benchmarks e discussões que podiam durar centenas de páginas.

Era comum passar semanas pesquisando antes de comprar qualquer peça.

Intel ou AMD?

Uma das maiores guerras daquela geração era decidir entre Intel e AMD.

Os processadores Pentium dominavam boa parte do mercado, enquanto a AMD conquistava milhares de fãs oferecendo excelente desempenho por preços menores.

Cada lançamento gerava discussões acaloradas.

Os defensores da Intel falavam sobre estabilidade.

Os fãs da AMD respondiam mostrando benchmarks.

Era uma disputa saudável que ajudava a impulsionar a evolução dos computadores.

NVIDIA contra ATI

Se escolher o processador já era complicado, escolher a placa de vídeo era ainda pior.

A NVIDIA lançava suas GeForce.

A ATI respondia com as Radeon.

Cada geração trazia novas tecnologias.

Shader Model.

Pixel Shader.

Vertex Shader.

DirectX 9.

DirectX 10.

Anti-Aliasing.

Anisotropic Filtering.

Tudo parecia extremamente complexo para quem estava começando.

Mas era justamente isso que tornava aquele universo tão fascinante.

A cultura do overclock

Outro fenômeno muito popular era o overclock.

Muitos jogadores não tinham dinheiro para trocar de computador.

Então tentavam extrair cada gota de desempenho do hardware que possuíam.

Aumentavam a frequência do processador.

Melhoravam a refrigeração.

Instalavam coolers gigantes.

Compravam gabinetes maiores.

Era praticamente uma ciência.

Alguns conseguiam ganhar preciosos FPS extras.

Outros… acabavam queimando componentes.

Fazia parte da diversão.

O nascimento do “PC Batata”

Hoje a expressão virou meme.

Naquela época ela significava outra coisa.

Quem possuía um computador simples precisava conviver com escolhas difíceis.

Rodar o jogo em 640×480.

Desligar sombras.

Remover efeitos.

Reduzir texturas.

Desativar iluminação dinâmica.

Colocar tudo no “Low”.

Mesmo assim, às vezes o desempenho não passava de 15 quadros por segundo.

Era aí que surgiam as piadas.

“Meu PC virou uma churrasqueira.”

“Está parecendo um PowerPoint.”

“Dá tempo de fazer um café entre um frame e outro.”

Essas brincadeiras se espalharam pela internet muito antes dos memes dominarem as redes sociais.

As LAN Houses eram um paraíso

Nem todo mundo tinha um computador capaz de rodar os lançamentos.

Por isso, as LAN Houses se tornaram um verdadeiro fenômeno.

Ali era possível experimentar máquinas muito melhores do que as disponíveis em casa.

Era também o ponto de encontro de amigos.

Counter-Strike 1.6.

Warcraft III.

Need for Speed Underground.

Age of Empires II.

GunBound.

Ragnarok Online.

Mu Online.

Tibia.

Battlefield 2.

Call of Duty.

Cada computador carregava dezenas de jogos instalados.

O ambiente era tomado pelo som de teclados mecânicos, mouses ópticos e ventoinhas trabalhando no limite.

Muitas amizades nasceram dentro dessas pequenas salas repletas de computadores.

Os jogos começaram a evoluir rápido demais

Enquanto o hardware avançava, os desenvolvedores queriam mostrar do que eram capazes.

Cada novo lançamento parecia um salto tecnológico.

Em 2004, Far Cry surpreendeu o mundo.

Criado pela Crytek, o jogo apresentava mapas enormes, vegetação densa, inteligência artificial impressionante e uma qualidade gráfica muito acima da média.

Na mesma época chegou Doom 3.

Sua iluminação dinâmica parecia saída de um filme.

Cada lanterna revelava sombras extremamente realistas.

As placas de vídeo passaram a trabalhar muito mais.

Poucos meses depois apareceu Half-Life 2.

A Source Engine impressionava pela física.

Objetos podiam ser empurrados.

Empilhados.

Arremessados.

A Gravity Gun virou um dos equipamentos mais icônicos da história dos videogames.

Era impossível não ficar impressionado.

F.E.A.R. colocou os computadores para trabalhar

Em 2005 foi a vez de F.E.A.R.

Além da excelente inteligência artificial dos inimigos, o jogo utilizava efeitos de partículas, fumaça, iluminação volumétrica e física extremamente avançada.

Mesmo computadores considerados potentes sofriam para manter uma taxa estável de quadros.

Quem conseguia jogar tudo no máximo era visto quase como uma celebridade entre os amigos.

Oblivion parecia um mundo vivo

Quando The Elder Scrolls IV: Oblivion foi lançado em 2006, muitos jogadores simplesmente ficaram sem palavras.

A vegetação.

Os ciclos de dia e noite.

As enormes cidades.

As montanhas ao fundo.

Tudo parecia vivo.

Mas havia um preço.

O jogo exigia muito do processador, da memória RAM e da placa de vídeo.

Mais uma vez milhares de jogadores descobriram que seu computador estava ficando ultrapassado.

Flight Simulator X era praticamente impossível

Outro título lendário foi Microsoft Flight Simulator X.

Mesmo anos após seu lançamento, ele continuava sendo um verdadeiro teste para qualquer computador.

Seu enorme mapa, os cálculos de física, o clima dinâmico e a quantidade absurda de elementos simultâneos faziam até processadores topo de linha trabalharem no limite.

Muitos brincavam dizendo que não existia computador suficiente para rodar Flight Simulator no máximo.

Mal sabiam eles que, no ano seguinte, surgiria um jogo que faria essa fama mudar completamente.

Esse jogo atenderia por um nome que entraria para sempre na história dos videogames…

Crysis.

No dia 13 de novembro de 2007, a Crytek lançou um jogo que mudaria para sempre a história do PC Gaming. Seu nome era simples, mas seu impacto seria gigantesco: Crysis.

Ninguém imaginava que aquele FPS ambientado em uma ilha tropical se tornaria um fenômeno cultural. Mais do que um sucesso entre os fãs de jogos de tiro, Crysis virou um verdadeiro teste de desempenho para computadores do mundo inteiro. Durante anos, a pergunta “Mas… seu PC roda Crysis?” seria repetida em fóruns, LAN Houses, vídeos, revistas e rodas de conversa entre amigos.

Não era exagero. Pela primeira vez, um jogo parecia ter sido criado pensando no hardware do futuro.

Um jogo que estava anos à frente do seu tempo

Quando Crysis chegou às lojas, a maioria dos computadores utilizava processadores de dois núcleos, 2 GB de memória RAM e placas como GeForce 8800 GTX, 8800 GTS ou Radeon HD 2900 XT. Eram componentes considerados o estado da arte.

Mesmo assim, rodar Crysis com todas as configurações no máximo era praticamente impossível.

O motivo era simples: a Crytek decidiu criar um jogo sem pensar nas limitações do hardware disponível.

A CryEngine 2 impressionava por todos os lados.

A vegetação reagia aos disparos.

As árvores balançavam naturalmente com o vento.

A iluminação era dinâmica.

As sombras mudavam em tempo real.

Os reflexos na água pareciam reais.

As explosões alteravam o cenário.

Os inimigos se adaptavam ao ambiente.

Era um nível de realismo que parecia impossível para um jogo de 2007.

Muitos especialistas afirmam até hoje que Crysis foi lançado cedo demais. Seu verdadeiro potencial só começou a ser aproveitado vários anos depois, quando o hardware finalmente alcançou as ambições da Crytek.

“But Can It Run Crysis?”

Foi justamente daí que nasceu o meme.

Sempre que uma nova placa de vídeo era anunciada, alguém fazia a pergunta inevitável:

“But Can It Run Crysis?”

Não importava se era uma GeForce nova, uma Radeon de última geração ou um processador recém-lançado.

A resposta sempre terminava em Crysis.

A frase rapidamente deixou de ser apenas uma dúvida técnica.

Ela virou símbolo.

Virou piada.

Virou desafio.

Durante muitos anos, um computador só era considerado realmente poderoso se conseguisse rodar Crysis em qualidade máxima.

Nenhum outro jogo conseguiu repetir esse fenômeno cultural.

Crysis Warhead mostrou que ainda havia espaço para evoluir

Em 2008 chegou Crysis Warhead.

Embora fosse melhor otimizado, ele continuava extremamente pesado.

Os efeitos de fumaça.

As partículas.

A física.

A vegetação.

Tudo continuava colocando placas de vídeo no limite.

Para muitos jogadores, Warhead era até mais bonito que o jogo original.

Depois vieram Crysis 2 e Crysis 3

Quando Crysis 2 foi lançado, muita gente estranhou.

O foco agora era também os consoles.

Mesmo assim, os gráficos continuavam impressionantes.

Crysis 3 voltou a elevar o padrão.

A vegetação tomou conta de uma Nova York destruída.

Os efeitos de iluminação eram espetaculares.

Até hoje o jogo continua bonito.

Poucos títulos envelheceram tão bem visualmente quanto Crysis 3.

Outros monstros do desempenho

Embora Crysis tenha ficado eternizado, ele nunca esteve sozinho.

Diversos jogos também ganharam fama por exigir computadores extremamente potentes.

GTA IV

A versão para PC de Grand Theft Auto IV ficou famosa por sua péssima otimização.

Mesmo placas de vídeo poderosas tinham dificuldades.

O processador era exigido ao extremo.

A quantidade de memória consumida assustava.

Muita gente rodava o jogo com desempenho abaixo do esperado.

Metro 2033

Se Crysis era o rei da vegetação, Metro 2033 era o rei da iluminação.

Os corredores escuros.

Os efeitos volumétricos.

As partículas.

A fumaça.

Tudo parecia pesado.

Ativar PhysX então era praticamente uma sentença de morte para muitos computadores.

Battlefield 3

Quando a Frostbite Engine mostrou seu potencial, o mundo ficou impressionado.

Battlefield 3 apresentava destruição parcial de cenários, iluminação moderna, mapas gigantes e dezenas de jogadores simultaneamente.

Mais uma vez o hardware precisava acompanhar.

Arma II

Poucos jogos exigiam tanto do processador quanto Arma II.

Sua enorme escala, inteligência artificial e simulação militar consumiam recursos impressionantes.

Até computadores extremamente caros tinham dificuldades em determinadas situações.

The Witcher 2

Antes de se tornar mundialmente conhecida por The Witcher 3, a CD Projekt RED já havia impressionado com The Witcher 2.

Texturas em alta resolução.

Modelos extremamente detalhados.

Iluminação moderna.

O famoso UberSampling podia reduzir o desempenho pela metade.

Era praticamente um botão de tortura para placas de vídeo.

Alan Wake

Os efeitos de iluminação faziam de Alan Wake uma verdadeira demonstração tecnológica.

Florestas densas.

Neblina.

Sombras em tempo real.

Tudo contribuía para criar uma atmosfera única.

Just Cause 2

Explosões gigantescas.

Mapas enormes.

Centenas de objetos simultaneamente.

Just Cause 2 parecia um parque de diversões para testar placas de vídeo.

A cultura dos benchmarks

Naquela época, jogar era apenas parte da diversão.

A outra parte consistia em testar o computador.

Programas como 3DMark eram quase obrigatórios.

Os jogadores comparavam pontuações.

Publicavam resultados nos fóruns.

Discutiam drivers.

Atualizavam BIOS.

Instalavam novas versões do DirectX.

Cada ponto conquistado era motivo de comemoração.

Windows XP: o rei dos gamers

É impossível falar dessa época sem lembrar do lendário Windows XP.

Durante muitos anos ele foi considerado o melhor sistema operacional para jogos.

Leve.

Estável.

Compatível com praticamente tudo.

Muitos jogadores resistiram à migração para o Windows Vista justamente porque acreditavam que o XP entregava melhor desempenho.

Hoje isso parece distante, mas na época era um debate bastante comum.

Quando o PC era protagonista

Existe uma diferença enorme entre aquela geração e a atual.

Hoje, tecnologias como DLSS, FSR, XeSS, Frame Generation e Ray Tracing ajudam a aumentar o desempenho.

Os drivers são atualizados constantemente.

As engines são mais escaláveis.

Na década de 2000 era diferente.

Se o computador não conseguia rodar um jogo…

Não existia milagre.

Era hora de economizar dinheiro.

Trocar a placa de vídeo.

Comprar mais memória RAM.

Instalar um processador melhor.

Ou aceitar jogar tudo no mínimo.

O charme dos “PC Batata”

Curiosamente, quem possuía computadores simples talvez tenha criado as melhores lembranças.

Era preciso criatividade.

Pesquisar configurações.

Editar arquivos.

Baixar mods.

Reduzir resolução.

Desativar sombras.

Tudo para ganhar alguns FPS.

Quando finalmente o jogo alcançava 30 quadros por segundo, parecia uma vitória pessoal.

Hoje basta mover um controle deslizante.

Naquela época, cada frame conquistado era fruto de muito esforço.

Uma nostalgia que continua viva

Mesmo depois de quase vinte anos, basta alguém escrever:

“Seu PC roda Crysis?”

Imediatamente milhares de jogadores sorriem.

Não porque Crysis ainda seja impossível de rodar.

Mas porque essa frase representa muito mais do que um jogo.

Ela simboliza uma época em que montar um computador era uma aventura.

Quando fóruns reuniam comunidades apaixonadas por hardware.

Quando revistas ensinavam overclock.

Quando LAN Houses eram pontos de encontro.

Quando GeForce e Radeon travavam batalhas históricas.

Quando Intel e AMD disputavam cada benchmark.

Quando comprar uma placa de vídeo era quase realizar um sonho.

Acima de tudo, ela nos lembra de uma geração em que o computador não era apenas uma ferramenta para jogar — ele fazia parte da experiência. Cada upgrade era comemorado, cada novo componente representava a possibilidade de explorar mundos mais bonitos e mais complexos. Havia emoção em abrir a caixa de uma nova placa de vídeo, instalar os drivers e iniciar aquele jogo que, meses antes, parecia impossível de rodar.

Talvez seja por isso que tantos veteranos ainda olhem para trás com carinho. Aquela foi uma época em que os games e o hardware evoluíam lado a lado, impulsionando um ao outro de forma impressionante. E, entre todos os títulos que marcaram essa era, nenhum deixou uma marca tão profunda quanto Crysis.

A pergunta que virou meme, desafio e símbolo de uma geração continua ecoando até hoje, lembrando que houve um tempo em que um jogo conseguia definir o que significava ter um verdadeiro PC Gamer.

Porque, no fim das contas, para milhões de jogadores, não importava quantos gigabytes de memória você tinha, qual era o seu processador ou quanto custava sua placa de vídeo. A única pergunta que realmente importava era:

“Mas… seu PC roda Crysis?”

Vale a pena jogar esses clássicos hoje? Sem dúvida!

Se você nunca viveu a era de ouro do PC Gaming ou simplesmente quer reviver uma das fases mais marcantes da história dos videogames, este é o momento perfeito. O que antes exigia computadores caríssimos e fazia milhares de jogadores sonharem com uma placa de vídeo mais potente, hoje pode ser aproveitado com muito mais facilidade graças ao avanço do hardware moderno.

Clássicos como Crysis, Far Cry, Half-Life 2, Doom 3, F.E.A.R., S.T.A.L.K.E.R., The Elder Scrolls IV: Oblivion, Metro 2033, Alan Wake, Battlefield 3, The Witcher 2, Just Cause 2, Arma II e até o desafiador Microsoft Flight Simulator X continuam sendo experiências memoráveis. Muitos deles receberam remasterizações, atualizações ou contam com uma comunidade ativa que desenvolve mods capazes de melhorar gráficos, corrigir problemas e adicionar novos conteúdos.

Mais do que gráficos impressionantes para a época, esses jogos representam um período em que a criatividade dos estúdios caminhava lado a lado com a evolução do hardware. Cada lançamento era uma demonstração tecnológica, e cada novo upgrade no computador significava descobrir detalhes visuais que antes eram impossíveis de aproveitar.

Hoje, com processadores muito mais rápidos, placas de vídeo modernas e SSDs de alta velocidade, é possível jogar esses clássicos com resoluções elevadas, taxas de quadros estáveis e qualidade gráfica máxima — algo que parecia um sonho para muitos jogadores dos anos 2000.

Se você quer entender por que uma geração inteira ainda fala com carinho sobre esses títulos, reserve um tempo para explorá-los. Além de fazer uma verdadeira viagem pela história do PC Gaming, você descobrirá que muitos desses jogos continuam divertidos, desafiadores e surpreendentemente atuais. E, quando chegar a hora de iniciar Crysis, você finalmente poderá responder, com um sorriso no rosto, a pergunta que marcou uma geração inteira: “Sim… meu PC roda Crysis.”

Galeria de imagens:

vale ressaltar que esses games muita gente pode até dizer que não são tão velhos mas alguns itens dessa lista já tem cerca de mais de 10 anos de lançamento isso não importa aproveite cada game dessa lista pois tenho a certeza de que vocês iram gostar!

40 links com conteúdo adicional sobre o assunto.

Portais de Hardware e PC Gaming

  1. https://www.tomshardware.com
  2. https://www.anandtech.com
  3. https://www.techpowerup.com
  4. https://www.guru3d.com
  5. https://www.overclock3d.net
  6. https://www.pcgamer.com
  7. https://www.dsogaming.com
  8. https://www.eurogamer.net
  9. https://www.rockpapershotgun.com
  10. https://www.techspot.com

Sites especializados em benchmarks

  1. https://www.notebookcheck.net
  2. https://www.cpu-monkey.com
  3. https://www.cpubenchmark.net
  4. https://www.videocardbenchmark.net
  5. https://www.ul.com/benchmarks/3dmark

Hardware e tecnologia

  1. https://www.digitaltrends.com
  2. https://www.extremetech.com
  3. https://www.pcworld.com
  4. https://www.xda-developers.com
  5. https://www.windowscentral.com

Comunidades do Reddit

  1. https://www.reddit.com/r/pcgaming/
  2. https://www.reddit.com/r/buildapc/
  3. https://www.reddit.com/r/hardware/
  4. https://www.reddit.com/r/crysis/
  5. https://www.reddit.com/r/retrogaming/

Fóruns clássicos

  1. https://forum.level1techs.com
  2. https://linustechtips.com
  3. https://forums.tomshardware.com
  4. https://hardforum.com
  5. https://www.overclock.net

Comunidades e bancos de dados

  1. https://www.pcgamingwiki.com
  2. https://www.moddb.com
  3. https://www.nexusmods.com
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  5. https://www.mobygames.com

Sites de games

  1. https://www.ign.com
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  5. https://www.engadget.com/gaming

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